Nascença – Da série de descobertas

Eu nasci assim. Cheguei a essa conclusão quando me disseram pra ser diferente, quando me pediram pra falar de coisas que eu não acreditava, quando eu percebi que não estava sendo EU.

E como sou: Livro aberto, alguns capítulos inacabados, uma série de páginas arrancadas e escrito em língua morta cuja nem eu compreendo. Mas é fácil ler. Basta perguntar que um tradutor que foi inserido no meu cérebro dispara e, mesmo sendo baseado no Google, ainda dá pra entender algumas coisas. Frases desconexas, sem concordância e muitas vezes que se contradizem. Mas é assim mesmo. Ninguém é perfeito. Eu menos! Nem quero ser. Tento ser EU. O que posso dizer é que tenho alguns lemas: amar sempre, odiar às vezes e nunca ser cruel – só se pedirem…

"amar sempre, odiar às vezes e nunca ser cruel – só se pedirem..."

Orgulho-me de mim.

É possível fazer várias cores a partir do amarelo, mas ele sempre será amarelo. 

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